Engane-se se pensa que foi o salário! Há um fator que os candidatos já colocam à frente na procura de emprego em 2025.

O estudo “Experiência Digital do Emprego – Tendências e Aplicações”, do Clan em parceria com o IIRH, revela que a “flexibilidade é a nova moeda de troca para atrair talento”.

Assim, flexibilidade do modelo de trabalho (híbrido, remoto ou presencial) torna-se o principal fator na procura de emprego em 2025.

No entanto, ainda há “um desalinhamento entre a perceção dessa tendência e a prática”.

Segundo o comunicado divulgado, “embora as empresas identifiquem a flexibilidade como a nova prioridade do talento, apenas 47,83% das organizações a destacam como um dos elementos que mais impactam positivamente os colaboradores, muito atrás de outros elementos da experiência digital como o ‘Acesso fácil e rápido a informações’ (73,19%) e a ‘Automação de processos administrativos’ (57,97%)”.

Digitalização das empresas ainda está atrasada

O estudo revela ainda um grande atraso na digitalização da experiência do colaborador por parte das empresas e uma baixa adoção de tecnologia.

“Mais de 90% das organizações admitem não usar tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial, em momentos tão críticos como o onboarding de novos colaboradores (92,03%) e o processo de offboarding (90,58%)”.

Quando questionados sobre as competências do futuro mais valorizadas, as empresas referem a “capacidade de análise de dados (People Analytics) como a mais crítica (65,94%), seguida pela adaptação à mudança (39,13%) e pelo conhecimento em automação e IA (38,41%)”.

Eduardo Marques Lopes, Diretor de Marketing e Comunicação do Clan, refere que “estes números são um apelo à ação”, já que a “tecnologia não pode ser vista apenas como uma ferramenta de eficiência, mas como um investimento estratégico no nosso ativo mais valioso: as pessoas”.

Este estudo teve a participação de 128 profissionais de Recursos Humanos em Portugal, maioritariamente Diretores de RH e Técnicos Especializados.

Fonte: Notícias ao Minuto