4 formas de assustar o recrutador na entrevista

Quando está à procura de emprego, por vezes, as emoções podem levar a melhor de si. No entanto é importante que consiga controlar-se, sobretudo na presença dos recrutadores.
Conheça aqui 4 maneiras de “assustar” o recrutador, durante a entrevista de emprego:

Está sem filtro

Frequentemente, os recrutadores são confrontados com histórias relativas aos antigos locais de trabalho e as suas experiências negativas. No entanto, estes não são os temas que deve levar para uma entrevista de emprego.

Evite qualquer conversa ou tema negativo. Caso contrário o recrutador ficará com a impressão de que é alguém conflituoso ou que gosta de se queixar dos outros.

Está demasiado desesperado

Ao procurar novos desafios, é normal que se sinta mais vulnerável em certas alturas e é provável que pense que aceita fazer qualquer coisa para sair da situação em que está.

Tente respirar fundo e definir novas estratégias. Reestruture o seu currículo, pesquise anúncios de emprego que se adaptem a si e envie candidaturas. Desta forma conseguirá ir mais calmo para as entrevistas, sabendo que existem outras possibilidades de ser chamado.

Está focado nos benefícios

É claro que quer saber qual o salário e a que benefícios terá direito. No entanto estas questões não devem ser a sua prioridade. Evite tocar nestes assuntos logo na primeira entrevista, a não ser que sejam referidos pelo recrutador.

Evite também questões relacionadas com folgas, férias, flexibilidade de horários, etc. A sua prioridade deve ser demonstrar de que forma pode trazer valor para a empresa.

Fala demasiado ou está muito calado

Reflicta sobre quanto tempo está a falar comparado com o tempo que os recrutadores falam. É importante que fale um pouco mais, mas não demasiado: o ideal é que 60% da conversa venha da sua parte.

Não dê respostas de “Sim” ou “Não”. Dê exemplos e forneça informação. Evite também dar explicações muitos longas e ficar a falar demasiado tempo. Responda o necessário e relevante para o recrutador.

 

Fonte: Careerealism