A BCG e o The Network, em parceria com o Alerta Emprego, lançaram um novo estudo sobre o Futuro do Recrutamento, que revela o que os candidatos querem que os empregadores saibam.

Em Portugal, o Alerta Emprego, como representante do The Network, foi o responsável pela recolha das respostas para o inquérito.

Agora, divulgamos os dados deste estudo, que contou com a participação de mais de 90.000 pessoas, de 160 países.

Esta é a maior pesquisa do mundo dedicada a explorar as preferências de recrutamento dos candidatos a emprego. Então, fique a conhecer o estudo.

Futuro do Recrutamento: o que os candidatos querem que os empregadores saibam

O estudo sobre o Futuro do Recrutamento contou com 90,547 respostas, provenientes de 160 países diferentes. Eis os dados dos inquiridos:

A procura por talento é um desafio prioritário. As empresas precisam de profissionais e estes querem emprego.

Apesar de uma possível desaceleração económica, as taxas de desemprego globais mantêm-se e os empregadores ainda sentem o impacto – não é fácil conquistar talentos.

 

1. O mercado de trabalho atual

Os candidatos conhecem o seu valor e sabem como negociar!

O talento ainda é volátil, a maioria dos entrevistados está à procura de um novo emprego ou diz que facilmente pode vir a mudar.

Assim, 42% – a maioria – revela estar ativamente à procura de um novo emprego numa nova empresa e 8% procura uma nova função na sua atual empresa.

Se procura um novo emprego, conheça aqui todas as ofertas em aberto.

Dos entrevistados, 74% dos entrevistados são abordados várias vezes ao ano sobre oportunidades de emprego e 39% são abordados todos os meses.

Além disso, 68% sentem que estão numa posição de negociação forte ao procurar um emprego. E ainda, 52% recusariam uma oferta atraente se tivessem uma experiência negativa durante o processo de recrutamento.

Então, a má experiência do candidato é um problema maior do que os empregadores imaginam.

2. Como é que as empresas podem atrair talentos?

69% sonham com uma carreira estável com bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Ainda assim, as finanças continuam a ser um obstáculo ao aceitar uma oferta – o equilíbrio entre vida profissional e pessoal vem em segundo lugar.

Outros fatores são: folgas remuneradas, segurança no emprego e horário/local de trabalho flexível.

Além disso, o trabalho remoto também ainda é importante. Mas, quando se trata de horário de trabalho e tipo de empregador, os modelos tradicionais (5 dias por semana, empresa grande) ainda são os preferidos.

3. E como recrutá-los?

Há fatores fundamentais durante todo o processo: contato pessoal, impressões pessoais, honestidade e transparência.

Embora as redes sociais sejam uma fonte popular de informação, a maioria das pessoas consegue um emprego através de plataformas de recrutamento.

A modernização dos processos de recrutamento também ainda não são bem aceites, nem mesmo pela população mas jovem. Falamos de soluções digitais avançadas como: chatbot, entrevista AI, gravação de vídeo, entre outras.

Então, os empregadores devem superar os seus preconceitos para recrutar uma gama mais ampla de talentos.

Além disso, devem segmentar a sua oferta e processo de recrutamento, usar soluções digitais com cuidado, manter uma cultura saudável e alavancar o seu mercado interno de talentos.

 

Está a recrutar internacionalmente?

A parceria entre o Alerta Emprego e o The Network permite às empresas uma abordagem mais eficaz e eficiente, assim como um maior alcance. Fale connosco para saber mais!