O primeiro-ministro relembrou o alargamento do programa Regressar até 2023 e ainda que o IRS Jovem passar a ser automático, incluindo os trabalhadores independentes.

Além disso, o IRS Jovem irá passar a cobrir os primeiros cinco anos de entrada no mercado de trabalho, em vez dos atuais três anos.

IRS Jovem

O Governo vai “assegurar o automatismo da sua aplicação” e vai “alargá-lo para que cubra também os rendimentos do trabalho independente”, garantiu António Costa, no discurso de encerramento do Congresso do Partido Socialista, este domingo (29 de agosto de 2021), em Portimão.

Ainda haverá uma isenção de 30% do rendimento nos dois primeiros anos, 20% do rendimento no terceiro e quarto ano e 10% do rendimento no quinto ano.

Assim, o Governo pretende apoiar os jovens na entrada na vida ativa.

Recorde-se que segundo o Orçamento de Estado de 2020, há uma isenção parcial de IRS para os jovens que obtenham rendimentos de trabalho dependente pela primeira vez, vigorando por três anos.

Programa Regressar até 2023

O primeiro-ministro relembrou ainda que o Governo vai prolongar o programa Regressar por mais três anos, sendo assim até 2023.

Assim, irá assegurar “que todos os jovens que regressem a Portugal terão só uma tributação sobre 50% do vencimento que auferem”, referiu.

Este programa tem como objetivo promover e apoiar o regresso a Portugal dos emigrantes, dos seus descendentes e outros familiares, procurando captar os jovens emigrados.

Dada a elevada procura, o alargamento deste programa já tinha sido anunciado no final de 2020, pela secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes.

Fonte: Idealista