A empresa BC Diid, que pertence ao Grupo Bernardo da Costa, decidiu impor o salário mínimo dos seus colaboradores a 750 euros, já em 2020, conseguindo antecipar o objetivo definido pelo Governo para 2023.

Segundo o comunicado, “O objetivo é estabelecer ordenados justos para todos, numa clara valorização salarial dos jovens qualificados”.

Esta estratégia empresarial não é de agora, e de acordo com o CEO Ricardo Costa esta política reflete o posicionamento da empresa face ao mercado de trabalho, à captação e retenção de talento.

“Pretendemos uma equipa jovem, altamente qualificada e motivada e não conseguimos isso com salários baixos. É nossa obrigação, enquanto gestores, garantir um nível de vida familiar digno a todos os nossos colaboradores”.

– CEO Ricardo Costa.

No seguimento deste aumento salarial, a progressão de carreira é outro fator de peso em todas as empresas que compõem o Grupo Bernardo Costa. “Acredito que uma equipa ambiciosa é o motor principal das grandes empresas multinacionais e, por esse motivo, também não descuramos este ponto na carreira profissional de cada pessoa que trabalha connosco”, afirma Ricardo Costa, que tornou a sua empresa reconhecida por pagar “férias de sonho” aos seus colaboradores e até por ter um Departamento da Felicidade.

O Grupo Bernardo da Costa conta com um total de 174 colaboradores, incluindo a BC Diid, dos quais 81 estão em Portugal. A empresa marca presença no mercado nacional deste 1957, estando presente em cinco continentes, na área da distribuição de equipamentos de segurança eletrónica, controlo de acessos, CCTV, domótica, instalações elétricas, construção civil, entre outras.

 

Fonte: O Minho